No meu lugar secreto um Gin é a 2,50€. O problema vai ser ouvir!

Acreditem! Aqui, onde costumo ir antes de voltar para casa, não me dão a “palmada” nos trocos. O Gin é do melhor, por dois euros e cinquenta, e vem com adereços – as sementinhas e essas especiarias para darem mais sabor.

E sabe muito bem ao final da tarde. Digo que é a minha dose de quinino contra o paludismo. Se não sabem, o truque está na água tónica. É que a água tónica tem quinino e este é usado como remédio. Sobretudo em África, para proteger das picadas dos mosquitos transmissores do paludismo e doenças piores. Portanto, um Gin é uma grande ajuda e sabe melhor que as vacinas. No entanto, o problema do quinino é que, como muitos outros remédios,  pode contribuir para a perda auditiva.

De facto eu já não oiço tão bem quanto outrora. Isso será, contudo, mais pela idade do que pelos gins que tenho tomado ao longo da vida. Enfim, qualquer que seja a razão da minha diminuição auditiva sinto que “tá próximo” procurar um aparelho auditivo que me ajude a ter a audição que sinto precisar. Por exemplo, ajudar-me a manter uma conversa. Realmente é aborrecido beber sozinho, e mais ainda, não ouvir nada se alguém estiver a fazer-nos companhia e quer conversar connosco.

Já andei a pesquisar aparelhos auditivos e por isso mesmo sei que não terei dificuldade alguma em encontrar aquele que considero ideal ou mais adequado. Enfim, aquilo dinheiro que poupo no Gin será bem utilizado no aparelho auditivo que vier a comprar. Afinal até há modelos de aparelhos auditivos que não custam nenhuma fortuna.

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