Bem, isto agora fica escrito. Eu sou fascinado por alguns ossos do esqueleto feminino!
Deve ter sido por causa da boneca de montar (salvo seja!…) que me ofereceram quando era miúdo – para que estivesse entretido a estudar o corpo humano e fosse um puto interessado por Ciências e outras disciplinas.
Na verdade, resultou! Eu gosto mesmo muito de olhar para um corpo de mulher bem estruturado. Naquela época também andei curioso com experiências com foguetes mas peguei fogo à garagem lá de casa e arranjei um bonito sarilho. Então, deixei-me ficar pelas bonecas. Não foi má escolha. Se bem que depois, a vida também me levou a descobrir algumas mulheres explosivas.
Voltando à minha atração por ossos….O corpo humano tem 206 os ossos e de todos eles são os ossos da clavícula e da cintura pélvica aqueles que me tiram do sério. Porque, como disse anteriormente, um corpo de mulher bem estruturado é algo bonito de se ver. Contudo, e por outras razões, sou igualmente fascinado pelos ossos do ouvido.
O ouvido é formado por 3 ossos – bigorna, martelo e estribo, sendo este o menor osso do corpo humano (0,25 centímetros), localizado no ouvido médio. São uma coisa mínima. Mas perfeitos. O bastante para assegurarem o bom funcionamento dos ouvidos. Sem eles não há ouvido. Nem audição! O que pode vir a atrapalhar uma boa conversa e a “aproximação” que se poderá desejar a alguém com esqueleto (e físico) bem estruturado, certo?! Portanto, o melhor é você saber interpretar os sinais da perda auditiva e saber como falar com alguém com perda de audição. Isto não é complicado. Depois é deixar fluir. Faça contacto, conviva e tenha boas conversas. Mas nunca, mesmo nunca, tenha esqueletos no armário. Deixe isso para os arqueólogos.
E já agora: se a conversa não der em nada e ainda tiver apetites, coma um apetitoso osso buco e beba um tinto.


Caro Amândio, parabéns pela sutileza da discrição do ouvido: “coisa mínima,mas perfeito”… motivo a mais para ser bem cuidado até o momento em que o aparelho auditivo tornar-se imprescindível. Concorda?